Pais tatuam capacete de filho paciente da AACD com assimetria craniana

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Gael Biazebete Ventura, de 1 ano, precisa usar uma órtese craniana pois precisa tratar sua braquicefalia, assimetria craniana caracterizada por uma cabeça curta e achatada na parte de trás. Para eternizar esse momento de resiliência, seus pais resolveram tatuar um sinal de apoio e resistência: o seu capacete. 

“Queríamos deixar uma marca dele na gente. E o capacetinho se tornou uma marca dele. Foi o primeiro momento de resiliência que ele teve na vida. Obviamente não vai lembrar, mas a gente sim. É o que o capacetinho mostra para gente: um momento de adaptação, de resiliência, que ele ‘tirou de letra’. Então, quando a gente tiver que pensar em ser resiliente, em se adaptar a tudo, é só olhar e lembrar”, conta a mãe, Suelen Bertolacini Biazebete.

Gael começou o tratamento na AACD quando tinha cerca de cinco meses e já está na reta final. De acordo com a mãe, a órtese foi peça fundamental para a evolução da criança. “A evolução dele está muito boa. A gente tá muito feliz. Só 15 dias depois do início do uso já teve uma diferença muito grande. Sete meses se passaram e parece que a cabeça é outra. Realmente, a órtese faz com que tenha essa evolução”, afirma. 

Repercussão na Imprensa

Para conhecer mais afundo a história do Gael, a matéria da Revista Crescer traz a entrevista completa com a mãe e com a médica fisiátrica Ana Rita Donati, do Hospital Ortopédico AACD, que estava acompanhando o caso. 

Como conseguir um capacete? 

Para solicitar uma Órtese Craniana, conhecida popularmente como capacete, é preciso solicitar um orçamento na Oficina Ortopédica pelo formulário ou pelo site

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