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AACD participa da Elephant Parade

Em agosto, a cidade de São Paulo será invadida por uma série de simpáticos e coloridos elefantes, marcando o início da Elephant Parade, ação cultural que promete movimentar a cidade e ainda beneficiar instituições assistenciais, como a AACD.  Ao todo, serão 85 esculturas de bebês elefantes em tamanho real, que integrarão uma das maiores exposições de arte no mundo.

Convidada pela empresa Rei do Mate (patrocinador do evento), a AACD teve um elefante pintado por pacientes da Instituição na inauguração do ateliê de pintura instalado no Shopping Ibirapuera.

Além da participação na pintura do elefante, a AACD será beneficiada com 100% do valor arrecadado com o leilão de uma das obras, que contará com gravuras da curadoria do artista Gustavo Rosa. A oferta desse e dos demais elefantes participantes da exposição ocorrerá em evento a ser realizado no Hotel Tivoli, em outubro.

Solidários à AACD, celebridades conectadas à causa da pessoa com deficiência física também aderiram à campanha. Os artistas receberam miniaturas de cerca de 15 cm, que foram pintadas por eles e serão oferecidas ao público no leilão do Teleton. Na ocasião, o público poderá arrematar elefantes assinados por Otávio Mesquita, Isabella Fiorentino, Daniel, Larissa Manoela, Arlindo Grund, Celso Portiolli, Adriane Galisteu, Roberta Miranda, entre outros.

Outro fator relevante para a participação da AACD na Elephant Parade é a identificação com o objetivo da exposição, que surgiu para angariar recursos para Mosha, filhote de elefante que perdeu uma das patas e recebeu uma prótese para garantir qualidade de vida ao animal selvagem.

Sobre a Elephant Parade

Tudo começou com a história de Mosha, uma corajosa bebê elefante que perdeu parte de sua perna quando pisou em uma mina terrestre na Tailândia. Inspirados por essa história, Marc e Mike Spits, pai e filho, fundaram a Elephant Parade em 2006. A primeira exibição foi feita em Rotterdam, na Holanda, em 2007. “Friends of the Elephant Hospital“, o lar de Mosha na Tailândia, foi a primeira organização a receber as contribuições geradas pelo evento.

Além de Mosha, o primeiro elefante do mundo a receber uma prótese, a Elephant Parade atualmente gera recursos para o cuidado de centenas de outros elefantes.

Hoje, a Elephant Parade é a exposição de arte ao ar livre mais relevante do mundo. Por meio da arte, as exibições estimulam milhares de sorrisos, fomentam a conscientização e geram fundos para a conservação de elefantes e outras entidades carentes.

A perda de habitat natural, o comércio de marfim e os conflitos entre humanos e elefantes são os principais problemas que ameaçam os elefantes.