Nossas histórias

Na AACD, incentivamos cada paciente a atingir seu potencial máximo. Esta página é dedicada a compartilhar algumas dessas trajetórias.

Conheça a história da Emily e de sua irmã

Emily foi atropelada em 2020, quando voltava de sua primeira entrevista de emprego, e sofreu um traumatismo craniano. A gravidade do acidente levou os médicos a desacreditarem em sua recuperação, afirmando que ela permaneceria em estado vegetativo. No entanto, ao perceber sinais de evolução na irmã caçula, Yasmin buscou apoio especializado. Desde 2023, Emily realiza sua reabilitação na AACD ao lado de sua irmã e melhor amiga, Yasmin.
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Conheça a história do Fabio, filho de um doador da AACD

Doador da AACD desde a década de 80, Celso nunca imaginou que um dia, seu filho, se tornaria paciente da instituição. Depois de 40 anos, Fábio foi internado por conta da Covid-19 e as complicações resultaram na amputação da perna esquerda. Hoje ele faz reabilitação e vive na prática a importância da doação.
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Conheça a história dos gêmeos Henrique e Joaquim

Durante uma gestação gemelar marcada por momentos difíceis, Beatriz viveu dias de medo e incerteza.

Ao sair da maternidade, essa mãe já carregava o diagnóstico dos dois filhos e, com ele, os desafios de uma nova jornada. Foi na AACD, durante a Avaliação Global, que identificaram a necessidade de terapias especializadas. E, mais do que tratamento, Beatriz encontrou acolhimento.

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Carol teve um AVC hemorrágico aos 21 anos

Em setembro de 2020, com apenas 21 anos, Carol sofreu um AVC hemorrágico. Foram 12 dias em coma e mais de 30 dias na UTI. Na AACD, a jovem fez fisioterapia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, fisioterapia aquática e passou por cirurgias.

Foi durante seu tratamento na instituição que ela realizou o sonho de se formar em Gestão Ambiental e seguir estudando, hoje em seu mestrado pela Universidade Federal de Santa Maria.

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Conheça a história do Lucca e de sua mãe

A gestação do Lucca começou a apresentar complicações logo no início e o parto prematuro veio com 28 semanas, onde ele nasceu com apenas 1,2 kg. Aos 4 meses veio a suspeita de uma síndrome genética, a Síndrome de Digeorge. Os médicos disseram que ele precisaria de terapia pelo resto da vida — e terapia de qualidade. Então insisti muito para que encaminhassem meu filho para a AACD.
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Cada doação contribui ainda mais para que os nossos pacientes tenham um atendimento de primeira linha.